
Cem anos teria quem mais de cem vezes me fez esquecer todas as coisas – boas e más - mal me enchia o ecrã. E quantas mais cem pessoas sentirão o mesmo que eu…

Queria tanto dizer-lhe “obrigada por tudo!”… Disse-lhe apenas: “Boa noite!”. Respondeu-me apenas, com o mesmo brilho nos olhos que já lhe imaginara: “Boa noite, menina!”.
Foi tão pouco, tão pouquinho… mas durará para sempre, num cantinho muito especial do meu cinéfilo coração.
Até sempre, Mestre!
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