domingo, 15 de fevereiro de 2009

D. Fernando II e a sua Glória

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De acordo com notícias lidas por aí, dava já a D. Fernando II e Glória como perdida.
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Afinal parece que – estando agora a ser recuperada – a sua glória ainda não se perdeu.
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Veremos por quanto tempo se mantém…
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O nosso Tejo

O Tejo agradece. Os Lisboetas também, desde que - mais uma vez - não esperemos uma eternidade!
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Esburacadas

Sete Rios, Fevereiro 2009

“Dizia um secretário de Estado meu amigo que, para se repartir com igualdade o melhoramento das ruas por toda a Lisboa, deviam ser obrigados os ministros a mudar de rua e bairro todos os três meses. Quando se fizer a lei de responsabilidade ministerial, para as calendas gregas, eu hei-de propor que cada ministro seja obrigado a viajar por este seu reino de Portugal ao menos uma vez cada ano, como a desobriga”.

Viagens na Minha Terra, Almeida Garrett

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Sintra Invernal

Visitar a Serra de Sintra em dia de tempestade é como entrar num filme de Burton.
É uma experiência assustadoramente deslumbrante!
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Sintra, 31 Janeiro 2009
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Animais Portugueses

Tem razão quem diz que o grau de evolução duma sociedade humana se vê pela forma como trata os animais.
DN, Janeiro 2009
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Inês & Pedro

Alcobaça, Janeiro 2009
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Nenhuma história mais triste, que a de Pedro e de sua Inês…
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Portugal Especial XIII

Alcobaça, Janeiro 2009
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domingo, 25 de janeiro de 2009

Feira de Gado à Lisboeta

Parece que estas vaquinhas renderam à Câmara uns 100 mil Euros...




Parece que só para alguns animais é que foi mau negócio…
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Bem, pelo menos o Arco de São Bento voltou a ter utilidade!
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O Cais e as Colunas

Vai ser bom…
Não foi?
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Contrastes

Sete Rios, Janeiro 2009
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É Lisboa a caminho do progresso… :-0
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Ribeiro & Ribeirinho Revisitados

Já aqui tinha falado da nova - e barata - edição em DVD do Pai Tirano.

A não perder é mesmo esta edição especial, em dose dupla e "literária".
É mais carota, mas compensa o mal que faz ao bolso, pelo bem que sabe ao espírito.
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domingo, 11 de janeiro de 2009

Até...

Tal como previsto, ontem o sol nasceu. Tal como o previsto, a noite chegou com uma imensa lua cheia. Tal como previsto, entre uma coisa e outra, toda a gente continuou a sua vida. Toda a gente menos tu, querido amigo.

Gostava de saber escrever – saber realmente, como tu – para te honrar com palavras. Mas eras tu o mestre. Eu sou apenas tua amiga. Sou e serei. Ainda que não te possa mais ver. Ver os teus olhos sempre tão postos em tudo.

Estou muito grata pela lembrança de tudo o que foste. Pela tua imensa generosidade e atenção comigo; pela tua total abertura aos outros.
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Se a justiça da vida não fosse totalmente aleatória, a Lua ontem teria nascido a chorar. Ou talvez não… A lua ontem, em tua homenagem, nasceu mais linda do que alguma vez a vi.
E, sabes, querido amigo, à noite deu mais um filme do Oliveira. Mas disso já não vou poder falar contigo...
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A tua imensa alma libertou-se do corpo que já não a honrava.
Fica-se-me esta dura saudade de tudo o que não chegámos a fazer.
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