Sempre que vou em passeio por aí gosto de voltar com uma lembrancita de onde vou estive. Seja uma louça de Alcobaça; seja uma flor pintada da Batalha…Nas muitas lojas e lojecas, de terra em terra, o momento de embrulhar a “prenda” revela-se para mim uma surpresa: qual será desta vez o Portugal que me sai de embrulho?
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Se antes achava estes papelitos uma piroseira, hoje considero-os quase um desafio de memória: que Portugal é este, que há tanto não vejo?
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Fica-me assim a ideia: Portugal está, hoje em dia, mais como embrulho do que como conteúdo. A imagem está lá. A realidade é vazia.
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Digo eu. Se calhar é só a mania mania do “antigo”…
Digo eu. Se calhar é só a mania mania do “antigo”…
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Acompanhados por um excelente guia, profundo conhecedor e amante da
Recordámos inúmeros capítulos da vida e obra de Camilo. Descobrimos os curiosos episódios que o nosso guia já viveu naquela casa. Entre os quais deliciosos momentos vividos ao lado de
Deliciosos momentos, que fazem agora parte das minhas mais simpáticas recordações de viagem. 











E não é que tive a sorte de me cruzar logo com
Digam lá o que disserem – e apesar das muitas 







Dizem os médicos que comer chocolate à noite tira o sono… 


Porque as horas dos dias são tão poucas, ou apenas por ser quem sou, roubo a maioria das minhas ao sono. 

Eu sou o que vejo, sinto e escrevo.



É a cidade como o meu pai a viu pela primeira vez. Há exactamente 50 anos.




