Sou esta semana a feliz proprietária de dois maravilhosos bilhetinhos...Um para ver e ouvir este Grande Senhor, o maior actor vivo do nosso teatro, que há muito não vejo de perto.
Outro para ouvir e ver este grande mestre, recreador ideal do infinito mundo das emoções musicais.
Parece coisa pouca. Mas, por estes dias, a simples antecipação de tais momentos faz-me esquecer outras misérias…




Finalmente o 
Certo dia, já lá vão muitos anos, quase andei à pancada com um indivíduo na rua. Eu, habitualmente interventiva de palavra e não de punho, quase me descontrolei perante a estupidez chapada de um “cidadão” de Lisboa.


Teorizem o que quiserem. As casas também têm alma. 

Apesar da raiva e da tristeza, agora entendo o pobre que ri por ver ruir uma casa. 


Só é pena não ter sido a tempo de o próprio ver. 

















Durante quase meia hora, a magia de Gaudi foi só minha!...


